Você já abriu reclamação, contestou a transação e não teve retorno, ou recebeu uma negativa do banco? Ainda pode haver medidas jurídicas a avaliar. O escritório analisa o seu caso e indica o caminho cabível, inclusive o judicial.
O Dr. Tancredi explica, em poucos minutos, o que fazer quando o banco não resolve um golpe.
Se você reconhece a sua situação abaixo, pode haver caminho jurídico para buscar a reparação.
Alguém se passou pelo gerente ou pelo seu banco, pediu dados ou induziu você a fazer transferências e movimentações.
Uma ligação da suposta central de segurança do banco criou pânico e levou você a autorizar operações que não reconhece.
Criminosos se passaram por advogado, juiz ou delegado para extrair dinheiro seu com uma falsa cobrança ou falso processo.
Uma falsa autoridade policial entrou em contato, criou uma ameaça e conduziu você a transferir valores sob pressão.
A culpa nem sempre é só sua. A lei e a jurisprudência vêm reconhecendo a responsabilidade das instituições financeiras em casos de fraude.
O banco tem o dever de proteger o seu dinheiro. Quando o sistema não barra uma operação completamente fora do seu perfil, há falha na prestação do serviço.
O banco que abriu e manteve a conta usada pelo golpista também tem deveres de verificação. A falha dele entra na análise do seu caso.
O consumidor está em desvantagem diante do banco. A lei reconhece isso e, em muitos casos, inverte o ônus da prova a seu favor.
Dr. José Augusto Tancredi atua desde 2012 e é advogado dedicado ao direito do consumidor, com ênfase em fraude e golpes bancários. Também é procurador jurídico de Câmara Municipal, aprovado em 1º lugar no concurso público para o cargo, o que reforça o compromisso com a técnica e a responsabilidade.
O escritório fica em São José do Rio Preto/SP, para quem prefere o atendimento presencial, e atende clientes de todo o Brasil pelo atendimento online.
Escolha a forma de contato que você preferir. O primeiro passo é entender se o seu caso tem solução.
O escritório entra em contato com você.